Artigos com exemplos de como programar na linguagem MQL5

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Inúmeros artigos com exemplos sobre como criar indicadores e robôs de negociação para a plataforma MetaTrader na linguagem MQL5 esperam por você. Cada artigo é acompanhado de códigos-fonte, que você pode abrir no MetaEditor e executar por conta própria.

Esses artigos serão úteis tanto para quem está se iniciando na negociação automatizada, bem como traders capacitados com experiência em programação e negociação. Aqui você encontrará não apenas exemplos, mas também novas ideias.

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Do básico ao intermediário: Array e String (III)

Do básico ao intermediário: Array e String (III)

Neste artigo iremos ver duas coisas. A primeira é como a biblioteca padrão consegue transformar valores binários em outras formas de representação, como octal, decimal e hexadecimal. A segunda coisa será a de como poderíamos com o conhecimento mostrado até aqui, definir uma largura para nossa senha, baseada em uma frase secreta. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
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Simulação de mercado (Parte 14): Sockets (VIII)

Simulação de mercado (Parte 14): Sockets (VIII)

Muitos poderiam sugerir, que deveríamos abandonar o Excel, e usar o Python pura e simplesmente. Fazendo uso de alguns pacotes que permitiriam ao Python criar um arquivo de Excel, para que pudéssemos analisar os resultados depois. Mas como foi dito no artigo anterior, apesar desta solução ser a mais simples, pelo ponto de vista de muitos programadores. Ela de fato, não será bem vista, pelos olhos de alguns usuários. E nesta história toda, o usuário tem sempre razão. Você como programador deve, encontrar alguma forma ou alguma maneira de fazer as coisas funcionarem.
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DoEasy. Controles (Parte 25): Objeto WinForms Tooltip

DoEasy. Controles (Parte 25): Objeto WinForms Tooltip

Neste artigo, começaremos a desenvolver o controle Tooltip (dica de ferramenta) e começaremos a criar novas primitivas gráficas para a biblioteca. Naturalmente, nem todo elemento tem uma dica de ferramenta, mas todo objeto gráfico pode ter uma.
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Algoritmo de Busca Cooperativa Artificial (Artificial Cooperative Search, ACS)

Algoritmo de Busca Cooperativa Artificial (Artificial Cooperative Search, ACS)

Apresentamos o algoritmo Artificial Cooperative Search (ACS). Este método inovador utiliza uma matriz binária e várias populações dinâmicas, baseadas em relações mutualísticas e cooperação, para encontrar rapidamente e com precisão soluções ótimas. A abordagem única do ACS em relação a "predadores" e "presas" permite alcançar excelentes resultados em problemas de otimização numérica.
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Do básico ao intermediário: Array (IV)

Do básico ao intermediário: Array (IV)

Neste artigo iremos ver como podemos fazer algo muito parecido com o encontrado em linguagens como C, C++ e Java. Onde podemos enviar um número quase infinito de parâmetros para dentro de uma função ou procedimento. Apesar de aparentemente ser um tópico avançado. Na minha visão, o que será visto aqui, pode muito bem ser implementado por qualquer iniciante. Desde que ele tenha compreendido os conceitos vistos arteriormente. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
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Do básico ao intermediário: SandBox e o MetaTrader

Do básico ao intermediário: SandBox e o MetaTrader

Você sabe o que é uma SandBox? Sabe como trabalhar com ela? Se a resposta para qualquer uma destas questões for um não. Veja este artigo, para entender o principio básico por trás de uma SandBox. E entenda por que o MetaTrader 5 faz uso de uma SandBox a fim de garantir a integridade de alguns de seus dados. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
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Reimaginando Estratégias Clássicas em MQL5 (Parte II): FTSE100 e Títulos Públicos do Reino Unido

Reimaginando Estratégias Clássicas em MQL5 (Parte II): FTSE100 e Títulos Públicos do Reino Unido

Nesta série de artigos, exploramos estratégias de negociação populares e tentamos melhorá-las usando IA. No artigo de hoje, revisitamos a estratégia clássica de negociação baseada na relação entre o mercado de ações e o mercado de títulos.
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Do básico ao intermediário: Estruturas (III)

Do básico ao intermediário: Estruturas (III)

Neste artigo vamos ver o que seria de fato um código estruturado. Muita gente confunde código estruturado com um código organizado. No entanto, existe uma diferença entre ambos conceitos. E isto será explicando neste artigo. Apesar da aparente complexidade que será notada no primeiro contato com este tipo de codificação, procurei abordar o tema da melhor maneira possível. Mas este artigo é apenas o primeiro passo para algo ainda maior.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 62): Dando play no serviço (III)

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 62): Dando play no serviço (III)

Neste artigo começaremos a resolver, o detalhe sobre o excesso de ticks, que pode acometer a aplicação, quando usamos dados reais. Tal excesso faz com que o serviço muitas das vezes dificulta a correta temporização a fim de conseguir construir a barra de um minuto dentro da janela adequada.
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Hibridização de algoritmos populacionais. Estruturas sequenciais e paralelas

Hibridização de algoritmos populacionais. Estruturas sequenciais e paralelas

Aqui, vamos mergulhar no mundo da hibridização de algoritmos de otimização, analisando três tipos principais: mistura de estratégias, hibridização sequencial e paralela. Realizaremos uma série de experimentos combinando e testando algoritmos de otimização relevantes.
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Do básico ao intermediário: Precedência de operadores

Do básico ao intermediário: Precedência de operadores

Este é com toda a certeza, o assunto mais complicado de explicar somente utilizando a parte teórica do mesmo. Sendo assim, aconselho a você, meu caro leitor, procurar praticar o que será mostrado aqui. Mesmo quando tudo parece simples a principio, esta questão sobre operadores, de fato, somente será bem compreendida com a pratica aliada ao estudo constante. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
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Ganhe Vantagem em Qualquer Mercado (Parte IV): Índices de Volatilidade do Euro e do Ouro da CBOE

Ganhe Vantagem em Qualquer Mercado (Parte IV): Índices de Volatilidade do Euro e do Ouro da CBOE

Vamos analisar dados alternativos selecionados pela Chicago Board Of Options Exchange (CBOE) para melhorar a precisão de nossas redes neurais profundas ao prever o símbolo XAUEUR.
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Simulação de mercado (Parte 03): Uma questão de performance

Simulação de mercado (Parte 03): Uma questão de performance

Muitas vezes somos obrigados a dar um passo para trás para logo depois dar alguns passos a frente. Neste artigo irei mostrar todas as mudanças que foram necessárias serem feitas para que os indicadores de Mouse e Chart Trade não viessem a ter a sua performance comprometidas. Como bônus irei já apresentar outras mudanças que ocorreram em outros arquivos de cabeçalho, que serão muito usados no futuro.
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Do básico ao intermediário: Template e Typename (II)

Do básico ao intermediário: Template e Typename (II)

Neste artigo será mostrado como lidar com uma das situações mais chatas e complicadas em termos de programação, que você poderá vir a enfrentar. O uso de tipos diferentes em um mesmo template de função ou procedimento. Apesar de aqui termos focado quase o tempo todo apenas em funções. Tudo que foi visto aqui, serve e pode ser aplicado a procedimentos.
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Simulação de mercado (Parte 04): Iniciando a classe C_Orders (I)

Simulação de mercado (Parte 04): Iniciando a classe C_Orders (I)

Neste artigo vamos começar a montar a classe C_Orders, para poder enviar pedidos ao servidor de negociação. Vamos fazer isto aos pouco. Já que o intuito será explicar o mais detalhadamente possível como isto será feito, via sistema de mensagens.
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Exemplo de CNA (Análise de Rede de Causalidade), SMOC (Controle Otimizado com Modelo Estocástico) e Teoria dos Jogos de Nash com Aprendizado Profundo

Exemplo de CNA (Análise de Rede de Causalidade), SMOC (Controle Otimizado com Modelo Estocástico) e Teoria dos Jogos de Nash com Aprendizado Profundo

Adicionaremos Aprendizado Profundo a esses três exemplos que foram publicados em artigos anteriores e compararemos os resultados com os anteriores. O objetivo é aprender como adicionar Deep Learning a outros EAs.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 54): O nascimento do primeiro módulo

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 54): O nascimento do primeiro módulo

Neste artigo, iremos ver como construir o primeiro dos módulos, realmente funcional a fim de ser utilizado no sistema de replay / simulador. Além de ter como proposito geral servir para outras coisas também. O módulo que será construído aqui será o do indicador de mouse.
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Mecanismos de gating em aprendizado por ensemble

Mecanismos de gating em aprendizado por ensemble

Neste artigo, continuamos nossa exploração de modelos ensemble discutindo o conceito de gates, especificamente como eles podem ser úteis na combinação das saídas dos modelos para aprimorar a precisão das previsões ou a generalização do modelo.
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Algoritmo de otimização baseado em brainstorming — Brain Storm Optimization (Parte II): Multimodalidade

Algoritmo de otimização baseado em brainstorming — Brain Storm Optimization (Parte II): Multimodalidade

Na segunda parte do artigo, vamos para a implementação prática do algoritmo BSO, realizaremos testes com funções de teste e compararemos a eficiência do BSO com outros métodos de otimização.
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Do básico ao intermediário: Struct (II)

Do básico ao intermediário: Struct (II)

Neste artigo iremos entender por que estrutura foram criadas em linguagens de programação como o MQL5. Assim como também por que alguns momentos, estruturas formas ideais de transferir valores entre funções e procedimentos. Enquanto em outros momentos, elas podem não ser a melhor forma de se fazer isto.
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Do básico ao intermediário: Objetos (II)

Do básico ao intermediário: Objetos (II)

Neste artigo veremos como controlar de forma simples via código algumas propriedades de objetos. Vermos como podemos colocar mais de um objeto em um mesmo gráfico, usando para isto uma aplicação. E além disto, começaremos a ver a importância de definir um nome curto, para todo e qualquer indicador que venhamos a implementar.
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Do básico ao intermediário: Objetos (III)

Do básico ao intermediário: Objetos (III)

Neste artigo iremos ver como podemos implementar um sistema de interação muito bacana e bastante interessante. Ainda mais para quem esteja começando a praticar programação MQL5. Não se trata de algo realmente novo. Porém a forma como irei abordar o assunto, de fato, tornará tudo muito mais simples de entender. Já que iremos ver na prática uma programação estrutural sendo feita com um objetivo bastante divertido.
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Do básico ao intermediário: Array (II)

Do básico ao intermediário: Array (II)

Neste artigo vamos ver o que seria um array dinâmico e um array estático. Existe diferença em usar um ou outro? Ou ambos são sempre a mesma coisa? Quando devo usar um e quando usar o outro? E os arrays constantes? Por que eles existem e qual o risco que estou correndo, quando não inicializo todos os valores de um array? Pressupondo que eles serão iguais a zero. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como uma aplicação final, onde o objetivo não seja o estudo dos conceitos aqui mostrados.
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Gerenciamento de riscos (Parte 2): Implementação do cálculo de lotes na interface gráfica

Gerenciamento de riscos (Parte 2): Implementação do cálculo de lotes na interface gráfica

Neste artigo, analisaremos como aprimorar e aplicar de forma mais eficiente os conceitos apresentados no artigo anterior, utilizando as poderosas bibliotecas de elementos gráficos de controle do MQL5. Conduzirei você passo a passo pelo processo de criação de uma interface gráfica totalmente funcional, explicando o plano de projeto subjacente, bem como o propósito e o princípio de funcionamento de cada método empregado. Além disso, ao final do artigo testaremos o painel criado, a fim de confirmar seu correto funcionamento e sua aderência aos objetivos estabelecidos.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 76): Um novo Chart Trade (III)

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 76): Um novo Chart Trade (III)

Neste artigo vamos compreender como o código faltante no artigo anterior, DispatchMessage, funciona. Aqui será feita a introdução do que será visto no próximo artigo. Sendo assim é importante compreender o funcionamento deste procedimento antes de ver o próximo artigo. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como sendo, uma aplicação cuja finalidade não venha a ser o aprendizado e estudo dos conceitos mostrados.
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Algoritmo da viagem evolutiva no tempo — Time Evolution Travel Algorithm (TETA)

Algoritmo da viagem evolutiva no tempo — Time Evolution Travel Algorithm (TETA)

Meu algoritmo original. Neste artigo é apresentado o Algoritmo da Viagem Evolutiva no Tempo (TETA), inspirado no conceito de universos paralelos e fluxos temporais. A ideia central do algoritmo é que, embora a viagem no tempo no sentido convencional seja impossível, podemos escolher uma sequência de eventos que leva a diferentes realidades.
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Do básico ao intermediário: Indicador (II)

Do básico ao intermediário: Indicador (II)

Neste artigo veremos como implementar o calculo de média móvel e os cuidados a serem tomados ao efetivamente criar este calculo. Além disto, vamos também falar sobre a sobrecarga da função OnCalculate a fim de podemos saber quando e como trabalhar com um ou outro modelo de sobrecarga.
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Construindo um Modelo de Restrição de Tendência com Candlestick (Parte 9): Consultor Especializado em Múltiplas Estratégias (II)

Construindo um Modelo de Restrição de Tendência com Candlestick (Parte 9): Consultor Especializado em Múltiplas Estratégias (II)

O número de estratégias que podem ser integradas em um Expert Advisor é praticamente ilimitado. No entanto, cada estratégia adicional aumenta a complexidade do algoritmo. Ao incorporar múltiplas estratégias, um Expert Advisor pode se adaptar melhor às condições variáveis do mercado, potencialmente aumentando sua lucratividade. Hoje, exploraremos como implementar em MQL5 uma das estratégias mais conhecidas desenvolvidas por Richard Donchian, enquanto continuamos a aprimorar a funcionalidade do nosso Trend Constraint Expert.
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Do básico ao intermediário: Eventos em Objetos (I)

Do básico ao intermediário: Eventos em Objetos (I)

Neste artigo irei ver três dos seis eventos que podem ser disparado pelo MetaTrader 5, quando algo acontece a um objeto presente no gráfico. Estes evento são muito uteis quando o assunto é interação com o usuário. Isto por que sem entender estes eventos, você irá ter muito mais trabalho para manter uma certa configuração no gráfico. Tentando controlar objetos com finalidades específicas.
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Criação de um painel de administração de trading em MQL5 (Parte V): Autenticação de dois fatores (2FA)

Criação de um painel de administração de trading em MQL5 (Parte V): Autenticação de dois fatores (2FA)

Este artigo aborda o aumento da segurança do painel de administração de trading, atualmente em desenvolvimento. Vamos explorar como integrar o MQL5 a uma nova estratégia de segurança, utilizando a API do Telegram para autenticação de dois fatores (2FA). O artigo traz informações valiosas sobre a aplicação de MQL5 para reforçar medidas de segurança. Além disso, veremos a função MathRand, focando em sua funcionalidade e na forma como pode ser usada de forma eficiente em nosso sistema de segurança.
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Reconhecimento de Padrões Usando Dynamic Time Warping em MQL5

Reconhecimento de Padrões Usando Dynamic Time Warping em MQL5

Neste artigo, discutimos o conceito de dynamic time warping como uma forma de identificar padrões preditivos em séries temporais financeiras. Veremos como ele funciona e também apresentaremos sua implementação em MQL5 puro.
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Do básico ao intermediário: Estruturas (V)

Do básico ao intermediário: Estruturas (V)

Neste artigo veremos como é feita a sobrecarga de um código estrutural. Sei que isto, é um tanto quanto difícil de entender no começo. Principalmente se você está vendo isto pela primeira vez. Porém, é muito importante que você procure assimilar estes conceitos e entender muito bem o que se passa aqui, antes de procurar se aventurar em coisas ainda mais complicadas e elaboradas.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 58): Voltando a trabalhar no serviço

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 58): Voltando a trabalhar no serviço

Depois de ter dado um tempo no desenvolvimento e aperfeiçoamento do serviço usado no replay / simulação. Iremos voltar a trabalhar nele. Mas como já não iremos mais usar alguns recursos, como as variáveis globais de terminal, se torna necessário uma completa reestruturação de algumas partes do mesmo. Mas não fiquem aflitos, tal processo será adequadamente explicado, para que todos consigam de fato acompanhar o desenrolar do desenvolvimento do serviço.
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Reimaginando Estratégias Clássicas (Parte IV): SP500 e Notas do Tesouro dos EUA

Reimaginando Estratégias Clássicas (Parte IV): SP500 e Notas do Tesouro dos EUA

Nesta série de artigos, analisamos estratégias clássicas de negociação usando algoritmos modernos para determinar se podemos melhorar a estratégia utilizando IA. No artigo de hoje, revisamos uma abordagem clássica para negociar o SP500 usando a relação que ele tem com as Notas do Tesouro dos EUA.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 72): Uma comunicação inusitada (I)

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 72): Uma comunicação inusitada (I)

O que iremos construir será complexo de entender. Por isso, apresentarei apenas o início da construção neste artigo. Leia com calma, pois entender o conteúdo aqui é essencial para o próximo passo. O objetivo deste conteúdo é apenas didático, sem aplicação prática além do aprendizado e estudo dos conceitos apresentados.
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Do básico ao intermediário: Eventos (II)

Do básico ao intermediário: Eventos (II)

Neste artigo iremos ver que nem sempre precisamos implementar as coisas de uma ou de outra maneira. Existem maneiras alternativas de se fazer as coisas. Entender conceitos que foram explicados em artigos anteriores é primordial para conseguir compreender adequadamente o que será visto neste artigo. O conteúdo exposto aqui, visa e tem como objetivo, pura e simplesmente a didática. De modo algum deve ser encarado como uma aplicação final, onde o objetivo não seja o estudo dos conceitos aqui mostrados.
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Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 61): Dando play no serviço (II)

Desenvolvendo um sistema de Replay (Parte 61): Dando play no serviço (II)

Acompanhe neste artigo, as modificações que foram necessárias serem feitas, para que o serviço de replay / simulação, pudesse trabalhar de forma mais eficiente e segura. Aqui também, irei mostrar algo que pode ser de grande interesse para quem deseja fazer um uso mais eficiente das classes. Além de falar e explicar como contornar um problema que existe no MQL5, que reduz a performance do código quando usamos classes.
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Do básico ao intermediário: Template e Typename (III)

Do básico ao intermediário: Template e Typename (III)

Neste artigo iremos ver a primeira parte de algo que para iniciantes é muito confuso de entender. Mas para que fique devidamente explicado e assim o tema não se torne confuso, além do necessário. Irei dividir a coisa em etapas. A primeira etapa é a que estará sendo mostrada neste artigo. No entanto, apesar de no final parecer que ficamos em um beco sem saída. Não será bem isto que estará ocorrendo. Já que o próximo passo nos levará a uma outra situação em que será melhor entendida no próximo artigo.
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Do básico ao intermediário: Template e Typename (V)

Do básico ao intermediário: Template e Typename (V)

Neste artigo iremos ver um último caso simples de utilização de templates. Mas também iremos ver qual o utilidade e por que a necessidade de se utilizar typename em seus códigos. Apesar deste artigo possa vir a parecer um tanto quanto complicado no inicio. O mesmo precisa ser compreendido de maneira adequada, para que futuras aplicações que utilizem template e typename, sejam de fato compreendidas.
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Do básico ao intermediário: Acesso aleatório (II)

Do básico ao intermediário: Acesso aleatório (II)

Neste artigo iremos ver como duas abordagens ligeiramente diferentes podem ter um impacto muito grande em todo uma metodologia de implementação. Tanto pelo ponto de vista de performance, quanto pelo ponto de vista de como acessos ao disco devem ser pensados a fim de evitar problemas de compatibilidade entre diferentes aplicações.