Dólar sobe com cenário político nom foco

Dólar sobe com cenário político nom foco

7 abril 2015, 20:00
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Após acumular cinco sessões consecutivas de queda, o dólar sobe ante o real nesta terça-feira, 7. A moeda americana também avança ante as principais moedas, além da maioria das divisas de países emergentes e ligados a commodities. No front doméstico, o foco está no cenário político, com a agenda do dia colocando as atenções na pauta do Congresso e em várias reuniões previstas ao longo do dia.

Às 9h36, o dólar à vista no balcão tinha alta de 0,70%, a R$ 3,1470, na máxima. O dólar para maio subia 0,46%, a R$ 3,1640. A moeda ganha força depois de ter fechado a R$ 3,1520 ontem, sendo que nas cinco sessões anteriores acumulou queda de 3,43%.

O euro caía a US$ 1,0848, de US$ 1,0928 no fim da tarde de ontem. O dólar subia a 120,23 ienes, de 119,51 ienes no fim da tarde de ontem. O dólar avançava ainda ante o dólar canadense (+0,32%), o dólar neozelandês (+0,42%) e a rupia indiana (+0,22%).

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está nesta manhã na residência oficial do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para um café da manhã e o ajuste fiscal do governo seria o tema da conversa.

Ainda em Brasília, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realiza audiência pública (10h00) para analisar as MPs 664 e 665, que tratam de mudanças no acesso à pensão por morte e ao auxílio-doença e de novas regras para a concessão do seguro-desemprego, respectivamente. À tarde, outras audiências são esperadas para as 14h30. Já o plenário do Senado pode votar, a partir das 14h30, o texto que trata da convalidação de benefícios fiscais concedidos pelos Estados a empresas que não foram aprovados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Também pode ser apreciado o texto sobre o novo indexador das dívidas dos Estados e municípios.

Também hoje, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentará aos líderes partidários da Casa uma nova proposta que visa unificar as alíquotas do ICMS, com o objetivo de atrelar a redução das alíquotas à criação de compensações que terão de ser dadas pelo governo federal, dando fim à guerra fiscal entre os Estados.

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