5 grandes eventos para não perderem hoje

5 grandes eventos para não perderem hoje

2 novembro 2015, 17:00
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1. O setor manufactureiro da China continuou contraída em outubro

  A atividade do setor manufatureiro da China continuou contraída em outubro, mas esboçou sinais de retomada. O índice que mede esse desempenho ficou em 48,3, a leitura mais expressiva desde junho deste ano, apesar de permanecer abaixo de 50, que expressa retração. Em setembro, o indicador tinha marcado 47,2. Os dados são da consultoria Markit em parceria com o Caixin Media.  "O enfraquecimento da indústria manufatureira diminuiu, mostrando que as políticas anteriores de estímulo começaram a fazer efeito", afirmou o economista-chefe do Caixin Insight Group, He Fan.

A agência de notícias Xinhua recordou que as autoridades chinesas cortaram as taxas de juros e impostos e aceleraram os gastos desde o fim do ano passado para apoiar a atividade econômica, afetada pelo comércio e investimentos moderados. 

Mesmo com a tentativa de recuperação da indústria, a economia chinesa continua enfrentando a pressão de uma demanda fraca e precisa se defender de riscos deflacionários resultantes da queda dos preços das commodities, observou He. 

O Departamento Nacional de Estatísticas da China em conjunto com a Federação Chinesa de Logística e Compras também divulgou o indicador industrial chinês de outubro, que se situou em 49,8, inalerado em relação ao mês anterior. 

2. O crescimento da indústria da Zona do Euro melhora com discrição em outubro 

A indústria da Zona Euro subiu inesperadamente em Outubro, com os componentes da produção e das novas encomendas a justificarem o crescimento. Por outro lado, a actividade industrial na Alemanha, a maior economia da Europa, abrandou menos do que era esperado. 

 O PMI da Zona Euro subiu de 52 pontos, em Setembro, para 52,3 pontos, em Outubro, excedendo a estimativa de 23 de Outubro, que apontava para uma estagnação. Uma leitura acima de 50 pontos indica expansão.

Segundo os dados da Markit Economics, a actividade industrial acelerou em Itália para um máximo de três meses (54,1 pontos), na Áustria para um máximo de quase dois anos (53 pontos) e na Holanda, ao ritmo mais elevado dos últimos dois meses (53,7 pontos).

Todos os países analisados registaram um crescimento da actividade industrial, excepto a Grécia, cujo índice se situa nos 47,3 pontos.

Já o emprego cresceu ao nível mais lento desde Fevereiro, ao passo que as novas encomendas à indústria aumentaram ao ritmo mais acelerado dos últimos 18 meses, mantendo sob pressão a capacidade dos fabricantes.

A indústria da Alemanha abrandou menos do que era esperado. O índice PMI para a indústria alemã desceu de 52,3 pontos, em Setembro, para 52,1 pontos, em Outubro, quando a primeira leitura apontava para 51,6 pontos.

3. Os dados do Instituto para Gestão de Oferta serão divulgados com o inicio da sessão  

 O índice de atividade industrial dos Estados Unidos elaborado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) recuou de 50,2 em setembro para 50,1 em outubro. O número, no entanto, veio acima da estimativa dos analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, de 49,9.

A leitura de novas encomendas avançou de 50,1 em setembro para 52,9 em outubro na pesquisa, enquanto caiu de 48,5 para 46,5. A leitura de empregos, por sua vez, recuou de 50,5 em setembro para 47,6 em outubro e a de produção passou de 51,8 em setembro para 52,9 em outubro.

4. Os preços do petróleo, em queda pela tensão sobre a demanda chinês

 Os preços do petróleo estão em queda nos mercados internacionais. A China é o principal factor de tensão para a matéria-prima, que perde terreno pela primeira vez em quatro sessões.

 A justificação para o desempenho do petróleo é a contracção da actividade industrial na China, a terceira consecutiva. Um dado negativo quando se tem em conta que a segunda maioria economia do mundo é, também, a segunda maior consumidora de petróleo. Com receios de uma procura mais tímida, os preços tendem a ceder. É isso que está a acontecer.

 Em Londres, o mercado de referência para as importações nacionais, a desvalorização do preço do barril de Brent do Mar do Norte é de 0,22%, o que o está a levar a cotar nos 49,45 dólares.

 A descida é de 0,49% em Nova Iorque, com o barril de West Texas Intermediate a ser negociado por 46,36 dólares.

5. El oro desciende hasta mínimos de cuatro semanas

A cotação do ouro está no valor mais baixo das últimas quatro semanas. Os contratos para entrega imediata estão a cair 0,7% para 1.134,39 dólares por onça. É necessário recuar até 5 de Outubro para encontrar um preço tão reduzido, de acordo com a Bloomberg.

 A justificação para a descida do preço do metal precioso é a subida das taxas de juro nos Estados Unidos. Continua a especulação de que as taxas de juro de referência da maior economia do mundo vão ser aumentadas, pela Reserva Federal, em Dezembro. O que penaliza a procura pelo ouro e conduz, assim, à sua descida no arranque da semana. 

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