Venda do Novo Banco entra em alerta vermelho

Venda do Novo Banco entra em alerta vermelho

14 setembro 2015, 00:22
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No tempo de antena da SIC, Luís Marques Mendes abordou a decisão em adiar a venda do Novo Banco, após o falhanço das negociações com a Fosun.

“Acredito que vai haver um novo concurso no final do ano”, afirmou o social-democrata, explicando que, se isso acontecer, “permitirá trazer novos concorrentes” para o processo negocial.

Exemplificando, mas recusando-se a enumerar nomes, o comentador adiantou que “há pelo menos dois bancos europeus de grande peso interessados em concorrer pelo Novo Banco” e que pode ainda “haver um grupo europeu que está interessado não só na compra do Novo Banco, como em fundi-lo com o BPI”.

Marques Mendes realçou ainda a ideia que a decisão do adiamento da venda “não é por causa das eleições”, mas sim “pela incerteza que existe nos testes de stress do setor da banca” e também “pelo facto de o Novo Banco precisar ou não de ser recapitalizado”, fator esse que decide o interesse dos compradores.

O comentário terminou com uma garantia: “A ideia dos portugueses pagarem pelo Novo Banco não é verdade. É um empréstimo de 3,9 milhões de euros que o Estado vai receber com juros”.

“Este assunto também tem de ter algum respeito pelo rigor e pela verdade”, concluiu.

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