Discussão do artigo "Dominando Registros de Log (Parte 4): Salvando logs em arquivos"

 

Novo artigo Dominando Registros de Log (Parte 4): Salvando logs em arquivos foi publicado:

Neste artigo, ensinarei operações básicas com arquivos e como configurar um handler flexível para personalização. Atualizaremos a classe CLogifyHandlerFile para gravar logs diretamente no arquivo. Realizaremos um teste de desempenho simulando uma estratégia no EURUSD por uma semana, gerando logs a cada tick, com um tempo total de 5 minutos e 11 segundos. O resultado será comparado em um artigo futuro, onde implementaremos um sistema de cache para melhorar o desempenho.

No primeiro artigo desta série, Dominando Registros de Log (Parte 1): Conceitos Fundamentais e Primeiros Passos em MQL5, iniciamos a criação de uma biblioteca de logs personalizada para o desenvolvimento de Expert Advisors (EAs). No primeiro artigo desta série, Dominando Registros de Log (Parte 1): Conceitos Fundamentais e Primeiros Passos em MQL5, iniciamos a criação de uma biblioteca de logs personalizada para o desenvolvimento de Expert Advisors (EAs).

Para recapitular os principais pontos abordados, estabelecemos a base da nossa biblioteca definindo os seguintes requisitos fundamentais:

  1. Estrutura robusta utilizando o padrão Singleton, garantindo consistência entre os componentes do código.
  2. Persistência avançada para armazenamento de logs em bancos de dados, fornecendo histórico rastreável para auditorias e análises aprofundadas.
  3. Flexibilidade nas saídas, permitindo que os logs sejam armazenados ou exibidos de forma conveniente, seja no console, em arquivos, no terminal ou em um banco de dados.
  4. Classificação por níveis de log, diferenciando mensagens informativas de alertas críticos e erros.
  5. Personalização do formato de saída, para atender às necessidades específicas de cada desenvolvedor ou projeto.

Com essa base bem estabelecida, ficou claro que o framework de logging que estamos desenvolvendo será muito mais do que um simples registro de eventos; ele será uma ferramenta estratégica para compreender, monitorar e otimizar o comportamento dos EAs em tempo real.

Até agora, exploramos os conceitos básicos de logs, aprendemos como formatá-los e entendemos como os handlers controlam o destino das mensagens. Mas onde armazenamos esses logs para referência futura? Agora, neste quarto artigo, vamos analisar mais de perto o processo de salvar logs em arquivos. Vamos começar então!


Autor: joaopedrodev

 
Parece ser uma busca que vale a pena, especialmente para testes de retorno e otimização.